14 julho, 2014

Cursos gratuitos sobre cambio climático. ¡Inscríbete!

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12 junho, 2014

Há cem anos atrás

Não sei quem é o autor original deste texto, mas achei muito interessante e resolvi traduzir e publicar.

Quanta diferença em apenas um século! 
Veja como eram as coisas em 1910 nos EUA.

A esperança média de vida para os homens era de 47 anos.
O combustível para automóveis era vendido somente em drogarias.
Apenas 14% das casas tinham uma banheira.
Apenas 8% das casas tinham telefone.
Havia apenas 8.000 carros e 144 km de estradas pavimentadas.
O limite máximo de velocidade na maioria das cidades era de 10 milhas por hora.
A estrutura mais alta do mundo era a Torre Eiffel.
O salário médio era de 22 centavos de dólar por hora.
O trabalhador médio ganhava entre 200 e 400 dólares por ano.
Um contabilista competente poderia ganhar 2.000 dólares por ano, um dentista 2.500, um veterinário 3.000 e um engenheiro mecânico cerca de 5.000.
Mais de 95% de todos os nascimentos aconteciam em casa.
95% dos médicos não tinham formação universitária.
O açúcar custava quatro centavos de dólar por libra.
Os ovos eram quatorze centavos um dúzia.
O café era quinze centavos de dólar por libra.
A maioria das mulheres lavava os cabelos uma vez por mês e não usavam shampoo.
Não existia desodorante e nem pasta de dente.
O Canadá aprovou uma lei que proibia as pessoas pobres de entrar no país por qualquer motivo.
As principais causas de morte eram: pneumonia, gripe, tuberculose, diarréia, doença cardíaca e derrame.
A bandeira americana tinha 45 estrelas.
A população de Las Vegas era de apenas 30 pessoas.
As palavras cruzadas, a cerveja em lata e o chá gelado ainda não tinham sido inventados.
Não existia o dia das mães e nem o dia dos pais.
Dois em cada 10 adultos não sabiam ler nem escrever e apenas 6% dos americanos tinham completado o ensino médio.
18% dos domicílios tinham pelo menos um escravo em tempo integral.
Foram registrados apenas 230 assassinatos no ano.

Tente imaginar como será o mundo daqui ha cem anos.

16 maio, 2014

Seminário: Operações Urbanas Consorciadas


Prefeitura de Goiânia realiza seminário sobre Operações Urbanas Consorciadas
Objetivo do evento é envolver a comunidade goianiense na discussão de temas relevantes para o desenvolvimento sustentável da Cidade

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Extraordinária de Planejamento e Gestão para Resultados, realiza na próxima segunda-feira, 19, das 8h às 12h, o Seminário “Operação Urbana Consorciada como Instrumento de Requalificação Urbana”.

O evento, que será realizado no Auditório da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), tem como objetivo envolver a comunidade goianiense na discussão de temas relevantes para o desenvolvimento sustentável da Cidade, levando em conta a importância do planejamento urbano, por meio do atual Plano Diretor de Goiânia, que trás no seu bojo diversos instrumentos que possibilitam o crescimento e o desenvolvimento da Cidade de forma sustentável, moderna e com elevado índice de qualidade de vida.

As operações urbanas consorciadas, atualmente desenvolvidas em várias cidades brasileiras, são exemplos desses instrumentos que permitem requalificar uma determinada região da cidade e está previsto no Estatuto das Cidades e no Plano Diretor de Goiânia.

Interessados em participar devem fazer sua inscrição pelo site da Prefeitura de Goiânia no endereço www.goiania.go.gov.br, no Banner localizado à esquerda da página na Coluna Fique por Dentro ou no local do evento. Mais informações a respeito devem ser obtidas pelo telefone 3524-6354.

O palestrante
Para falar com propriedade sobre Operações Urbanas Consorciadas a organização do evento convidou o Arquiteto Urbanista Carlos Leite, Mestre e Doutor em Estruturas Ambientais Urbanas pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).  Carlos Leite é professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie desde 1997; professor visitante na Fundação Dom Cabral e consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Com amplo conhecimento nas áreas de Desenvolvimento Sustentável; Gestão Ambiental; Cidades Sustentáveis; Cidades Inteligentes; Urbanismo e Arquitetura, tem sido palestrante e professor visitante em diversas instituições internacionais na Califórnia, em Boston e Nova Iorque, no Canadá, na Holanda, Espanha e Austrália. Autor de diversos projetos urbanos e desenvolvimento urbano sustentável, Carlos Leite publicou em 2012 o livro Cidades Sustentáveis, Cidades Inteligentes, pela editora Bookman.

Programação
A coordenação do Seminário e a condução dos trabalhos ficarão a cargo do Secretário Extraordinário de Planejamento e Gestão para Resultados, Nelcivone Melo.  O evento prevê, também, uma breve exposição sobre a proposta inicial de implantação da Operação Urbana Consorciada Jardim Botânico, que está em fase de estudos e diagnóstico. A apresentação será feita pelo Coordenador da Unidade de Execução de Projetos de Intervenções Urbanas da Prefeitura de Goiânia, o economista Ronaldo Vieira.

Na sequência haverá a formação de uma mesa debatedora que será composta por representantes de diversas entidades convidadas: Ministério Público Estadual; Câmara Municipal de Goiânia; Conselho de Arquitetura de Urbanismo de Goiás (CAU) e Instituto Cidades.


Por fim, será dado início às discussões a respeito por meio de debate com os participantes em plenário.

15 maio, 2014

Natália Garcia visita Goiânia


Natália Garcia, conhecida jornalista de São Paulo, visitou Goiânia esta semana e proferiu palestra na OAB. Percorrendo a cidade, a pé e de bicicleta, ela percebeu que Goiânia é uma das melhores cidades para se viver. E pode ser melhor ainda com a ajuda de todos.


24 março, 2014

Workshop sobre planos de investimentos - BID/ICES

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizou um Workshop sobre Planos de Investimentos no âmbito da Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES). Goiânia foi convidada a relatar sua experiência para as novas cidades que estão ingressando agora na ICES. São elas: Florianópolis, Vitória, João Pessoa e Palmas. 

Nelcivone Melo e Flavio Yuaça representaram Goiânia no encontro realizado em Brasília no dia 24/03/2014.






















23 março, 2014

Steve Jobs' 2005 Stanford Commencement Address

Esta é a famosa palestra que Steve Jobs proferiu aos alunos da Universidade de Stanford. Ela é a prova concreta de que 15 minutos são mais do que suficientes para a transmissão de um conteúdo relevante.



Enjoy it!



Como baixar um vídeo do YouTube

Algumas vezes temos necessidade de baixar um vídeo do YouTube, não é mesmo? E aí é aquela complicação. 

Como fazer isto? 

Existem muitas soluções possíveis. Aqui eu vou dar uma dica utilizando o file2hd.com. É muito simples, prático e funcional.

Passo a passo:

1. Abra o YouTube no seu navegador;
2. Pesquise o vídeo desejado;
3. Copie o link do vídeo;
4. Abra o file2hd.com em outra janela do navegador;
5. Cole o link do vídeo na campo URL:
6. Marque a opção: I have read and agree to the Terms of Service;

7. Marque o filtro: Vídeo;
8. Clique no link do vídeo a ser baixado. Observe que aparecem vários links. Cada um deles corresponde à uma resolução de imagem e formato de arquivo. A escolha é sua;
9. Imediatamente após clicar no link escolhido o vídeo começa a ser baixado;
10. Terminado o download o vídeo estará no seu HD pronto para ser usado.

Simples, não? Faça bom proveito! 
Respeite sempre os direitos autorais!


2º Encontro de Prefeituras Signatárias - Programa Cidades Sustentáveis

21 março, 2014

BRT Goiânia - Linha Norte Sul

Mobilidade urbana

O governo federal liberou cerca de $545 milhões para serem investidos em projetos de mobilidade urbana em Goiânia, Goiás. Os recursos serão investidos na construção do BRT Norte-Sul, na implantação de corredores preferenciais de ônibus e na construção de ciclovias. O objetivo a ser alcançado é melhoria no transporte público da cidade. 



19 março, 2014

As transformações de Paris no século XIX

Paris é uma cidade linda e talvez o principal destino turístico do mundo atual. Quem a visita hoje se encanta com sua beleza monumental. Grandes avenidas arborizadas, praças monumentais, parques e jardins. Tudo perfeitamente organizado e harmonioso. O que muita gente não sabe é que até o século XIX a cidade era simplesmente caótica. As ruas eram um emaranhado de becos por onde corria esgoto a céu aberto. O saneamento básico era precário. O mau cheiro empesteava a cidade e os insetos proliferavam em abundância.

Foi o Imperador Napoleão III que teve a iniciativa de reconstruir a cidade. O condutor da façanha foi o barão Georges-Eugène Haussmann que no período de 1850 a 1870 comandou um radical processo de reforma urbana. A cidade foi praticamente demolida e depois reconstruida. Hoje Haussmann empresta o seu nome a uma das principais avenidades da cidade.

Veja esta interessante reportagem da BBC: http://goo.gl/98QZpE que mostra a documentação fotográfica da transformação da cidade feita pelo fotógrafo Charles Marville.

Curiosidade
Sabe por que até o século XIX os edifícios tinham no máximo 6 metros de altura? 

Por dois motivos: 1. Ainda não existia o elevador e seis metros era a altura máxima confortável para se alcançar por escadas. Em Paris as pessoas pobres e os trabalhadores domésticos moravam nos andares mais altos. 2. Nenhum prédio podia ser mais alto do que a torre da igreja principal. A cidade de Lion foi a primeira a quebrar esse paradígma. (Apud: Edward Glaeser: O triunfo da cidade. Ed Campus, 2011).

17 março, 2014

Goiânia, o índice de Gini e a desigualdade social

Goiânia de vez em quando é citada na imprensa como uma das cidades mais desiguais do Brasil. Este fato geralmente acontece em época de eleições e é usado pelos partidos de oposição com o objetivo de desqualificar a gestão da cidade. 

Vou tentar aqui jogar um pouco de luz sobre a questão.

Não se deve confundir desigualdade social com pobreza. Goiânia é uma das melhores cidades para se viver no Brasil, o que é comprovado por vários indicadores de qualidade de vida, tais como IDH, IBGE, FIRJAM e outros. A renda per capita média de Goiânia aumentou 94,39% nas últimas duas décadas, passando de R$693,72 em 1991 para R$1.001,94 em 2000 e R$1.348,55 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 44,43% no primeiro período e 34,59% no segundo. 

A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 2,95% em 1991 para 1,75% em 2000 e para 0,54% em 2010. 

Apesar da melhoria da renda média e da redução da probreza, a desigualdade social aumentou. O Índice de Gini passou de 0,57 em 1991 para 0,61 em 2000 e para 0,58 em 2010.

Mas afinal o que é o Índice de Gini? É um instrumento usado para medir o grau de concentração de renda. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Numericamente, varia de 0 a 1, sendo que 0 representa a situação de total igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda, e o valor 1 significa completa desigualdade de renda, ou seja, se uma só pessoa detém toda a renda do lugar.


Veja a tabela abaixo:



O índice de Gini é calculado por uma fórmula que compara os 20% mais pobres da população com os 20% mais ricos. Em Goiânia os 20% mais pobres detém apenas 3,34% da riqueza e os 20% mais ricos 63,06% (dados de 2010). Aí está a fonte da desigualdade.

Como mudar esta situação? Depende de quem? Não existe uma solução mágica para a questão da desigualdade social e não está ao alcance do governo reverter o quadro com políticas públicas de curto prazo. Na minha opinião o melhor a ser feito é intensificar os investimento em educação construindo novas escolas e melhorando a qualidade do ensino em todos os níveis. Não basta erradicar o analfabetismo, é preciso também aumentar o tempo de permanência nas escolas e aumentar o tempo de escolaridade. É sabido que existe uma relação direta entre a escolaridade e a renda.