Aqui eu escrevo o que eu quero, sobre os assuntos que me interessam e as coisas que eu gosto.
29 março, 2014
27 março, 2014
24 março, 2014
Workshop sobre planos de investimentos - BID/ICES
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizou um Workshop sobre Planos de Investimentos no âmbito da Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES). Goiânia foi convidada a relatar sua experiência para as novas cidades que estão ingressando agora na ICES. São elas: Florianópolis, Vitória, João Pessoa e Palmas.
Nelcivone Melo e Flavio Yuaça representaram Goiânia no encontro realizado em Brasília no dia 24/03/2014.
Nelcivone Melo e Flavio Yuaça representaram Goiânia no encontro realizado em Brasília no dia 24/03/2014.
23 março, 2014
Steve Jobs' 2005 Stanford Commencement Address
Esta é a famosa palestra que Steve Jobs proferiu aos alunos da Universidade de Stanford. Ela é a prova concreta de que 15 minutos são mais do que suficientes para a transmissão de um conteúdo relevante.
Enjoy it!
Enjoy it!
Como baixar um vídeo do YouTube
Algumas vezes temos necessidade de baixar um vídeo do YouTube, não é mesmo? E aí é aquela complicação.
Como fazer isto?
Existem muitas soluções possíveis. Aqui eu vou dar uma dica utilizando o file2hd.com. É muito simples, prático e funcional.
Passo a passo:
1. Abra o YouTube no seu navegador;
2. Pesquise o vídeo desejado;
3. Copie o link do vídeo;
4. Abra o file2hd.com em outra janela do navegador;
5. Cole o link do vídeo na campo URL:
8. Clique no link do vídeo a ser baixado. Observe que aparecem vários links. Cada um deles corresponde à uma resolução de imagem e formato de arquivo. A escolha é sua;
9. Imediatamente após clicar no link escolhido o vídeo começa a ser baixado;
10. Terminado o download o vídeo estará no seu HD pronto para ser usado.
Simples, não? Faça bom proveito!
Respeite sempre os direitos autorais!
21 março, 2014
BRT Goiânia - Linha Norte Sul
Mobilidade urbana
O governo federal liberou cerca de $545 milhões para serem investidos em projetos de mobilidade urbana em Goiânia, Goiás. Os recursos serão investidos na construção do BRT Norte-Sul, na implantação de corredores preferenciais de ônibus e na construção de ciclovias. O objetivo a ser alcançado é melhoria no transporte público da cidade.
19 março, 2014
As transformações de Paris no século XIX
Paris é uma cidade linda e talvez o principal destino turístico do mundo atual. Quem a visita hoje se encanta com sua beleza monumental. Grandes avenidas arborizadas, praças monumentais, parques e jardins. Tudo perfeitamente organizado e harmonioso. O que muita gente não sabe é que até o século XIX a cidade era simplesmente caótica. As ruas eram um emaranhado de becos por onde corria esgoto a céu aberto. O saneamento básico era precário. O mau cheiro empesteava a cidade e os insetos proliferavam em abundância.
Foi o Imperador Napoleão III que teve a iniciativa de reconstruir a cidade. O condutor da façanha foi o barão Georges-Eugène Haussmann que no período de 1850 a 1870 comandou um radical processo de reforma urbana. A cidade foi praticamente demolida e depois reconstruida. Hoje Haussmann empresta o seu nome a uma das principais avenidades da cidade.
Veja esta interessante reportagem da BBC: http://goo.gl/98QZpE que mostra a documentação fotográfica da transformação da cidade feita pelo fotógrafo Charles Marville.
Curiosidade
Sabe por que até o século XIX os edifícios tinham no máximo 6 metros de altura?
Por dois motivos: 1. Ainda não existia o elevador e seis metros era a altura máxima confortável para se alcançar por escadas. Em Paris as pessoas pobres e os trabalhadores domésticos moravam nos andares mais altos. 2. Nenhum prédio podia ser mais alto do que a torre da igreja principal. A cidade de Lion foi a primeira a quebrar esse paradígma. (Apud: Edward Glaeser: O triunfo da cidade. Ed Campus, 2011).
17 março, 2014
Goiânia, o índice de Gini e a desigualdade social
Goiânia de vez em quando é citada na imprensa como uma das cidades mais desiguais do Brasil. Este fato geralmente acontece em época de eleições e é usado pelos partidos de oposição com o objetivo de desqualificar a gestão da cidade.
Vou tentar aqui jogar um pouco de luz sobre a questão.
Não se deve confundir desigualdade social com pobreza. Goiânia é uma das melhores cidades para se viver no Brasil, o que é comprovado por vários indicadores de qualidade de vida, tais como IDH, IBGE, FIRJAM e outros. A renda per capita média de Goiânia aumentou 94,39% nas últimas duas décadas, passando de R$693,72 em 1991 para R$1.001,94 em 2000 e R$1.348,55 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 44,43% no primeiro período e 34,59% no segundo.
A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 2,95% em 1991 para 1,75% em 2000 e para 0,54% em 2010.
Apesar da melhoria da renda média e da redução da probreza, a desigualdade social aumentou. O Índice de Gini passou de 0,57 em 1991 para 0,61 em 2000 e para 0,58 em 2010.
Mas afinal o que é o Índice de Gini? É um instrumento usado para medir o grau de concentração de renda. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Numericamente, varia de 0 a 1, sendo que 0 representa a situação de total igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda, e o valor 1 significa completa desigualdade de renda, ou seja, se uma só pessoa detém toda a renda do lugar.
Veja a tabela abaixo:
O índice de Gini é calculado por uma fórmula que compara os 20% mais pobres da população com os 20% mais ricos. Em Goiânia os 20% mais pobres detém apenas 3,34% da riqueza e os 20% mais ricos 63,06% (dados de 2010). Aí está a fonte da desigualdade.
Como mudar esta situação? Depende de quem? Não existe uma solução mágica para a questão da desigualdade social e não está ao alcance do governo reverter o quadro com políticas públicas de curto prazo. Na minha opinião o melhor a ser feito é intensificar os investimento em educação construindo novas escolas e melhorando a qualidade do ensino em todos os níveis. Não basta erradicar o analfabetismo, é preciso também aumentar o tempo de permanência nas escolas e aumentar o tempo de escolaridade. É sabido que existe uma relação direta entre a escolaridade e a renda.
Vou tentar aqui jogar um pouco de luz sobre a questão.
Não se deve confundir desigualdade social com pobreza. Goiânia é uma das melhores cidades para se viver no Brasil, o que é comprovado por vários indicadores de qualidade de vida, tais como IDH, IBGE, FIRJAM e outros. A renda per capita média de Goiânia aumentou 94,39% nas últimas duas décadas, passando de R$693,72 em 1991 para R$1.001,94 em 2000 e R$1.348,55 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 44,43% no primeiro período e 34,59% no segundo.
A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 2,95% em 1991 para 1,75% em 2000 e para 0,54% em 2010.
Apesar da melhoria da renda média e da redução da probreza, a desigualdade social aumentou. O Índice de Gini passou de 0,57 em 1991 para 0,61 em 2000 e para 0,58 em 2010.
Mas afinal o que é o Índice de Gini? É um instrumento usado para medir o grau de concentração de renda. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Numericamente, varia de 0 a 1, sendo que 0 representa a situação de total igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda, e o valor 1 significa completa desigualdade de renda, ou seja, se uma só pessoa detém toda a renda do lugar.
Veja a tabela abaixo:

O índice de Gini é calculado por uma fórmula que compara os 20% mais pobres da população com os 20% mais ricos. Em Goiânia os 20% mais pobres detém apenas 3,34% da riqueza e os 20% mais ricos 63,06% (dados de 2010). Aí está a fonte da desigualdade.
Como mudar esta situação? Depende de quem? Não existe uma solução mágica para a questão da desigualdade social e não está ao alcance do governo reverter o quadro com políticas públicas de curto prazo. Na minha opinião o melhor a ser feito é intensificar os investimento em educação construindo novas escolas e melhorando a qualidade do ensino em todos os níveis. Não basta erradicar o analfabetismo, é preciso também aumentar o tempo de permanência nas escolas e aumentar o tempo de escolaridade. É sabido que existe uma relação direta entre a escolaridade e a renda.
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